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(Não esqueça de ver os vídeos! Basta clicar nos ícones como este acima.)

































Duas das raríssimas lembranças do comunismo que ainda restam na cidade: esse painel e as estátuas de Marx e Lênin






















Dentro desse centro cultural (acima) tinha uma exposição sobre arte digital. Numa das paredes era projetado um filme desse "relógio ao vivo", um "relógio em real time"! Gravaram em vídeo pessoas mudando os números e elas demoravam exatamente um minuto pra fazer essa mudança. Puta idéia, adorei.
Veja o vídeozinho.







Não. Não é um hotel de luxo. É um banheiro público. Lembrou muito os daqui...


































Essa é uma loja super descolada que achamos lá. Detalhe interessante: praticamente tudo o que eles vendem na loja (só coisas de muito bom gosto) são todas ou preto, ou branco ou cinza.






Kadewe. Chiquetézimo.

















































































































Gatinha, né? E me deu o mór mole!






Esse é o cara que conduziu a gente naquele "riquixá". Aí ele parece estar com cara de saco cheio, mas o papo com ele foi bem legal, gente fina.






Monumento aos judeus. Não dá pra entender muito bem qual é "a opinião" de quem fez isso... Mas é plasticamente interessante.




























































Esse é um retrato fiel do Romeu na Europa. Eu vou viajar prioritariamente pra uma coisa: fotografar.






E esse é um retrato fiel da Monica em viagem: debulhando os mapas todos. Dentro dos mapas (e por conseqüência dentro dos metrôs e das linhas de ônibus e trambs) ela fala fluente português, espanhol, inglês, francês, italiano, alemão e tcheco. A moça domina a arte da locomoção em terra estrangeira.
Ao fundo esse tocador de sanfona, que ficou brother nosso, nos cruzamos uma meia dúzia de vezes.
























Esse é o museu que não fomos. Passando no tramb vi de repente esse avião no meio do caminho. Aliás, ficamos com a nítida sensação que mesmo rodando 4 dias sem parar, conhecemos talvez um sexto do básico de Berlim. Tá aí uma cidade pra onde certamente vamos voltar. Eu particularmente ADOREI Berlim.


















E aqui uma foto que mesmo tremidinha vale o registro, não só pela luz bonita no céu, mas principalmente porque mostra uma coisa muito característica de Berlin: construção para todo canto.
































O carnaval em Berlim é... puts, como é que eu posso explicar? É assim... sei lá, me falta a palavra, talvez nem exista em português. Vou escrever em alemão: "a carnaval em Berlin é um farra!!!". Traduzindo para português seria algo como: é beeeeeeeeeeeeeeeeeeeem, mas beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem diferente. Pra ser mais exato no meu relato diria que é um carnaval banana, mesmo. Não é à toa que pelo menos uns 200 alemães morrem por ano de ataque cardíaco no carnaval do Brasil. Primeiro porque eles tiveram a péssima idéia de colocar inverno no carnaval deles, coisas que não combinam de jeito nenhum. Depois porque, como uma conseqüência desse primeiro erro, todos estão vestidos. E terceiro porque é alemão, né... O carnaval deles está mais pra uma "parada militar engraçada" do que pra aquilo que a gente entende por carnaval. "Mas foi muita diverrrrtida!"



































































Olha aí, ó! Tem até bumba-meu-boi!






















Adorei esse cara fantasiado de alemão.


































Não tem como não ver a antena praticamente de qualquer lugar da cidade.






















E como se pode ver, não é só a gente que é obrigado a olhar pra ela...
















E de cima dela esse visual incrível.


































Esses blocos de apartamento são muito característicos da antiga Berlim Oriental. Lembram muito os de um outro arquiteto comunista famoso, que fez uma cidade inteira assim...








Essa igreja foi praticamente inteira destruída durante a Segunda Guerra Mundial. Ao lado dela construíram uma nova torre.




















































Nós, comunistas soviéticos, apesar de ateus, admiramos a arquitetura católica, mesmo ela sendo burguesa na nossa opinião.








Linda! (mais por fora do que por dentro)











































































































































































E enquanto estávamos criando coragem pra pegar a fila pra entrar no Reichstag (não criamos) apareceu esse grupo de manipuladores, com esse boneco incrível, cheio de personalidade. Muito legal.



















Olha que legal o detalhe das máscaras, que não são todas iguais, cada uma deve ter sido moldada no rosto deles mesmos.



















Ainda pra completar, essa chinesa linda perdida no público.















Em contraposição à alegria do boneco depois fomos conhecer um bunker verdadeiro, um abrigo nuclear construído nos anos 70. Ainda existem vários desses espalhados pela Alemanha. Esse fica do lado do Museu da História de Berlim (veja mais à frente). É impressionante, claustrofóbico e assustador. Não sei qual seria a pior opção em caso de guerra atômica, se entrar ou sair.













Essa Freuline de mais ou menos 6 metros de altura vai explicando tudo pra gente.






Essa luz azul é a dele mesmo.

















































E pra deixar a visita mais emocionante eles fazem (não sei como) uma simulação do que seriam os efeitos mutativos que acometeriam as pessoas se um ataque atômico real acontecesse. Nesse momento, em todos os que estavam lá, cresceu uma papada gigante como essa que apareceu em mim também. Foi horrível. Algumas mulheres choraram, mas bom, o alívio foi pensar que era só uma simulação. Já pensou se fosse de verdade?! Que terror seria?!

Exponho essa foto, mesmo com esse aspecto assustador da simulação pra servir de alerta para o mundo dos perigos de uma guerra atômica. Peço desculpas, sei que a imagem é forte, mas a causa é nobre.


















































Um museu pequeno, mas muito legal mostrando como era a vida na Deutsch Democratic Republic. O mais interessante é que todas as coisas são "tocáveis", você abre gavetas e armários e mexe nas coisas (reais, da época) que tem lá dentro, você pega um telefone e tem uma voz falando, é muito interessante, porque você se sente vivenciando mesmo aquela vida.











































Um PC comunista.


















A Monica se identificou com o lugar e ficou com vontade de ser uma dona de casa comunista. (Eu sempre soube que ela tinha tendências esquerdistas.)

























































Montei um videozinho com as fotos desse museu, porque valia a pena, foi um dos lugares mais legais de toda a viagem. Não deixe de ver!





É difícil de acreditar que alguém um dia teve a manha de fazer uma idiotice como essa, de colocar um muro no meio de uma puta cidade linda daquela, dividindo não só ela, mas também o mundo.Pior: fizeram isso com a intenção de encarcerar a população num lugar que se fosse bom, não precisaria de cerca. O nome certo daquilo era mesmo "muro da vergonha". Essas duas fileiras de paralelepípedos que se vê no chão era onde passava o muro. (sim, eu também pensei que fosse mais largo. Talvez o segundo muro fosse. (não, eu também não sabia que eram dois)).

















Perto da onde era o Check Point Charlie ainda existe 1 quilômetro e 300 metros do muro original.


























(Note-se que as mutações atômicos voltam quando se chega perto de objetos que lembram a guerra fria).















No final dele tem uma série de pichações bem engraçadas, não sei se são da época.






















Adoro essa imagem de um Trabi atravessando o muro, acho que é um ótimo resumo da história.








Tenho muita vontade, mas pouca coragem de fotografar gente na rua, fico com medo de tomar umas bifas. Às vezes, com o coração batendo, arrisco um clique ou outro.













Esse cara não parece saído de um filme de espionagem da guerra fria? Esse é aquele que entrega a carta e mais pra frente no filme aparece morto com estriquinina.






Essas mulheres sabem o passado tão tenebroso quanto brilhante que o seu país teve.












E essas crianças nem fazem idéia do futuro reservado pra elas, pela sorte de terem nascido naquele lugar e naquele momento em que nasceram.












Eu simplesmente adorei Berlim. Moraria lá com facilidade. Que puta cidade!


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