Se você tiver o Google Earth instalado, clique nos dias para acompanhar minhas caminhadas por Nova York. É divertido fazer isso. Eu usei no meu celular um programa chamado MyTracks, com ele, por GPS, você grava todo o seu trajeto e depois pode reproduzi-lo.

Primeiro Dia (clique!)
Só a chegada e uma caminhada pela Times Square, que ficava perto do hotel (Pennsylvania, fora a localização, uma bosta). Sempre ouvi falar que ir na Times Square é roubada, que lá é fuleiro. É nada! Aquilo sozinho já impõe mó respeito, e mostra o feitio da cidade, onde se ouve todos os sons, todas as línguas, se vê todas as caras e se sente todos os cheiros. Pode até ser programa pra turista, mas afinal eu sou o quê?...






























































Numa das noites fui assistir Chicago. Adoro o filme, já vi umas dez vezes, sei falas e letras de cor. Fora que sou absolutamente apaixonado pelo Bob Fosse, se fosse pra eu ter outra vida que não a minha, queria ser ele. Bom, com toda essa paixão e boa vontade, nunca na vida fiquei tão decepcionado com alguma coisa. Muito ruim a montagem, deplorável.


Segundo Dia
Peguei um bumba na Times Square (muito perto do hotel) e fui pro sul da ilha, na Estátua da Liberdade. Não peguei o barco pra ir lá perto porque a fila estava imensa. Não me arrependi. Depois subi pro Ground Zero. Não dá pra acreditar que aqueles prédios enormes caíram ali, não tem lugar nem pra andar, quanto mais pra cair prédio! O prédio novo, o One World Trade Center está ficando bem bonito. É inaceitável o que aconteceu ali.




















Quem tem uma HX1 não precisa pegar o barco...
























































Ai na Wall Street pensei “ah, legal, vou fazer uma foto daquele touro!”. Só que não foi só eu quem teve essa idéia... O Touro tá aí, juro!





Indo pro Brooklin rolou um “Beleza Americana” básico.























Adorei esse prédio.
































Tentei achar o ângulo do pôster do Manhattan, mas não consegui. O mais perto que eu cheguei foi esse.








Tem uns muquifaço treme-treme por lá também.











Adoro esquilo! É o rato que deu certo.







Terceiro Dia
Começou dando errado. Fui pro Harlem pra ver uma missa gospel. Não me deixaram entrar porque eu tava de bermuda. Até tinha umas calças pra vender numa oportuna barraquinha por 20 dólares, mas daí achei que era pega-otário e desencanei. Fui numa outra igreja lá perto, e valeu pra sentir o clima. Valeu também pra conhecer uns franceses bem legais.




















É muito bom ver alguma coisa que São Paulo ganha de Nova York. E ganha de longe.








Daí, domingão, fui pro Central Park, aluguei uma byke e rodei muito por lá e pelos arredores.





























Sara e Tom de Ohio. Trocamos fotos, um fotografou o outro. Depois mandei a foto pra eles, adoraram, ficamos amigos.











Muito legal o clima do Central Park. Deve ser umas 5 vezes maior que o Ibira, mas em beleza Burle Marx não nos deixou passar vergonha.





As lojas da Apple são incríveis!





Almocei aqui e conheci outro casal muito legal, conversamos um monte. Richard e Sheila. Ela adora Paulo Coelho. Expliquei pra ele que ele só era bom mesmo quando fazia letra pro Raul Seixas... Três dias depois cruzei sem querer com o Richard no MoMa!! Não acreditei, nem ele.





Tão tipicamente americano... Parece coisa de filme, as crianças vendendo limonada na rua
e desde cedo aprendendo a ser empreendedoras. That´s America...




















Park Avenue. Achei a mais bonita de Nova York. (não no conteúdo, mas na forma)
































De noite fui nesse clube de jazz. Que acerto!! Tinha esse cantor, Allan Harris e sua banda, muito boa, principalmente o baterista.
Tem uma palhinha do show:




















Quarto Dia
Dia de gastar dinheiro!! Depois rodei ali pela latitude do hotel, acabando no topo do Empire State. (Era feriado, a ONU tava fechada)




















Essa estação é tão linda quanto parece nos filmes.























Pra mim o prédio mais lindo de Nova York. Muita personalidade.



































Na boa? Na boa mesmo? Muito na boa? O Banespa é mais bonito...



































































Quinto Dia
Working day. Eu fui lá pra trabalhar, juro!! Tá aqui a prova.


















































Essa FAO dá vontade de mudar pra lá...








Sound One.








Grande Jason, figuraça! E muito fera, mandou muito bem.


Veja o trabalho feito:

Sexto Dia
Sul da ilha de novo, mas agora na parte que interessa: Greenwich Village!


Como se vê um dia de merda. Mas deu um clima também. No dia anterior tinha chovido muito.
No fim da tarde abriu um pouco.











Antes de se chegar ao paraíso do Village passa-se pelo inferno e o purgatório, respectivamente Chinatown e Little Italy.
Deprimente, feio, fuleiro, dispensável. Mil vezes a Santa Efigênia.














Lindíssimo esse prédio, feito pelo mesmo arquiteto da Brooklin Bridge. Embaixo dele uma padaria incrível.

















Dean & DeLucca, grande dica do Luca.







































































Do Lado do Ironflat fica o point mais quente de NYC hoje: o Eataly. Simplesmente imperdível!














It's so New York...




Sétimo e último Dia
Rodei só por algumas coisas que ficaram faltando, meio perto do hotel, pra não dançar com o horário.
























































Dylan's. Não passo sem minhas balinhas...


Tem coisa mais novaiorquina do que esses elevadores que saem no meio da calçada?












































O MoMA é incrível, mas de verdade eu não tava muito no barato de visitar museus, tava mais num “outdoor mood”. Mas super valeu.











Veja que incrível é esta obra de arte. Eram 62 tijolos! Um do lado do outro e colocados no chão!! Quanta criatividade!!! Que talento!!!!!
Nossa, só por isso valeu a pena ter ido pra Nova York...
(isso aqui é pra provar que tem trouxa em qualquer lugar do mundo...)


Em compensação o primeiro Pollack a gente nunca esquece. De verdade, essa foi a coisa que mais valeu a pena no MoMa.
(Sim, este é o fundo desta página)



































E essa aqui a dica errada: o super-hiper-mega valorizado Carnegie Deli. Nada a ver.
Um sanduba muito do fuleiro, com uma carne gordurosa e numa quantidade própria pra panças americanas.
O sanduíche de mortadela do Mercado Municipal de São Paulo dá de 10 a 0 nisso aí.
Desrecomendo com ênfase.





Atenção nos tamanhos do sanduíche do cara e da vergonha da mulher.














The top of the rock. Acho mais legal a vista do Empire State, apesar de que só aqui da pra ver o Central Park e claro o próprio Empire State.











































Amei Nova York. Foi um sonho realizado.
É isso aí. Obrigado pela companhia!