Festa de 50 anos!!


Como eu disse, foi realmente dos momentos mais emocionantes da minha vida.
Mais uma vez muito obrigado a todos e pra lá de muito obrigado à Monica, minha kerida esposa que,
como sempre, fez tudo acontecer.






Convite, menus e jogo americano








Aqui vale uma explicação: esse texto impresso no jogo americano foi (mais) uma surpresa maravilhosa
e tocante que minha mulher me fez. Este é um poema de um poeta português chamado José Régio e
dá pra eu dizer que esse texto, que eu conheci com uns 14 ou 15 anos de idade, regeu minha vida.
E ele fez isso em dois sentidos. Primeiro porque foi por causa dele - e também dos textos do Fernando Pessoa
declamados pela Bethânia em seus shows - que eu escolhi escrever. Eu me senti imensamente atraído
e encantado por essa mágica de colocar uma palavra depois da outra e todas juntas ganharem um significado único,
que tocava as pessoas que as ouviam. Saquei que era nobre quem conseguia fazer isso bem feito.
Desde então estou tentando fazer o mesmo.

O segundo sentido na vida foi dado pelo conteúdo do texto em si, com essa rebeldia íntima, essa crença em si próprio,
esse olhar até meio auto-indulgente, de quem se sente sem nada e deste nada tem que tirar as forças
pra lutar contra tudo, mas sempre guiado pelo que dita o seu âmago. Tem gente que acha que isso é ser
cabeça-dura (né, Rodrigo?...). Ok, deve ser também, mas vai também nisso um quê de trilho, de trilha certa,
de objetividade, de inexorabilidade, assim, como se eu fosse alguém que tivesse bem na frente dos meus
olhos uma seta enorme sempre apontando pra frente.
Meu nariz e esse texto me serviram sempre pra isso: pra me apontar pra onde eu estou indo.

Esse texto fez parte de um espetáculo maravilhoso e antológico, chamado Brasileiro, Profissão Esperança,
lançado no começo dos anos 70, basicamente com músicas de Dolores Duran, catadas por Clara Nunes
e textos de Antônio Maria, declamados por Paulo Gracindo, certamente um dos maiores atores que esse país já teve.

Clique aqui e ouça, porque vale a pena, é de arrepiar


As fotos!




O Lugar














Pra quem não sabe, conto que essa vila onde está esse restaurante hoje, foi construída pelo meu avô Galileu,
que inclusive deu esse nome em homenagem à minha avó Aurélia




Os Convidados




Família


Dona Vélia, minha sogrinha querida, a quem muito admiro e muito invejo também.
Queria demais ter metade da disposição dela. (que na verdade se chama Zélia, mas eu não valho o que como, né...)



Tereza, minha irmã, que às vezes é irmã mais velha, às vezes é irmã mais nova.
Inclusive quem acha que eu sou muito falante, muito engraçado, muito direto, e muito onipresente,
devia passar meia hora com ela, pra ver o tipo quieto, tímido, meigo e humilde que eu sou...



Meu pai e minha mãe. Ops, errei, minha irmã Cecília e meu cunhado Miguel. Pensando bem, não errei não.








Minha linda tia Jô e meu tio Pedro, irmão da minha mãe. Ele é arquiteto dos feras. Pras pessoas que trabalham comigo,
aviso que foi dele que eu herdei a certeza que eu tenho que só eu sei como se deve fazer o trabalho
e o resto do mundo é formado por um bando de incompetentes que tinha só que sentar e aprender.
E de fato, tanto eu como o tio Pedro sabemos mesmo do que estamos falando. Não é nossa culpa.
Em comum também temos o amor pela Coca-Cola e a competência pra escolher esposas.



Keiko, minha sobrinha. É estranhíssimo, mas eu tenho uma sobrinha japoronga, que veio no pacote junto com a Monica.
Keiko é legal, mas, coitada, nasceu feia. E no caso dela, como se vê, não há o que resolva.
Por conta disso está encalhada, jogada às traças, desprezada, rejeitada e ignorada pelo mundo.
Mas já falei pra ela que casamento não é tudo na vida de uma mulher, tem também o... o... o....
Bom, deve ter mais alguma coisa, ela que procure. Afinal tempo é o que não lhe falta.
E pra quem não tiver a mesma opinião que eu, me peça que mando o telefone dela.



Guilherme, meu sobrinho bonitão, grandão, gostosão. Estala as costas como ninguém. Adoro quando ele me pega de jeito.



Camila, nossa namorada.



Mônica, minha sobrinha (é a do meio). Ao lado dela seu marido, Luiz. Ele tem uma lavanderia.
Em toda família italiana sempre é bom alguém ter uma lavanderia...



Maurício, meu sobrinho e Sílvia, nossa esposa. Ganhei esse meu primeiro sobrinho quando tinha 11 anos,
fazia o maior sucesso na escola dizendo que já era tio.



Essa foto na verdade é uma montagem, porque como todos sabemos eu e o Maurício somos a mesma pessoa.
A única diferença entre nós é que eu jogo sinuca muito bem. Fora isso siamo noi due la stessa cosa.



Em PP Amanda e Adriano, meu sobrinho. Não dá pra ver porque ele está sentado,
mas ele tem mais ou menos 6 metros de altura. Ao fundo, figuração sem fala.



Ricardo, meu primo. Da família do meu pai (Disessa) é o único com quem ainda tenho contato.
Na verdade ele tem mais contato com o Luca do que comigo. O mundo é pequeno.



Meu primo Pedro Luiz. Esse aqui não dá pra entender, é um Zé Mané, maior bundão, joga sinuca mal pacas,
mas tá sempre bem acompanhado, só gatinha. Eu não sei como é que ele faz pra enganar essas moças.
Conversei pouco com a Joyce e ela ainda por cima parece ser inteligente!! Não dá pra entender...



Adelaide e meu primo Piro. Piro tem 5 anos a mais do que eu. Então imagina o que era quando eu tinha 15 e ele tinha 20!
O cara era um ídolo! Agora a diferença de idade continua a mesma, e serve pra eu ver o que me espera pela frente...
é desesperador. E ainda por cima também joga sinuca muito mal.
Aliás, se não fosse eu no Tati, não tinha o que valia o preço da mesa...
Por favor, não comentem com ele, mas Adelaide adora que eu lhe estale as costas... Entenderam, né?



Sandra minha prima lindona e Kiquê, um equívoco que ela cometeu há mais de 20 anos e que arrasta por toda a vida.
Ela deve ter engravidado ele, e ele a obrigou a casar, só pode ser isso. O cara é um mala, a única vantagem é que ele
toca muito bem, sax e piano. Mas custava gravar um ou dois CDs do cara tocando e pronto? Precisava ficar com todo o resto?



Jô minha prima estilosa e Jorge seu marido. Ele é argentino, mas a gente trata ele como se ele fosse brasileiro mesmo.
Eu e a Jô formamos uma espécie de elite intelectual da família. Temos gostos muito apurados
e similares, humor refinado, levamos papos de altíssimo nível. A bem dizer, somos a Sorbonne da família.



Edu, meu primo e Silvana, sua esposa. Além de primo o Edu foi meu grande amigo de infância,
muita guerra de mamona onde iam construir a Av. Ibirapuera, muito racha de magrela onde
iam construir a Bandeirantes e muito bailinho no fim de semana.




Quase Família


Essa é a Carla. Ela é amiga da minha irmã Tereza desde uns 5 ou 6 anos antes de eu nascer. Como se não bastasse,
a mãe dela, dona Sônia, era a melhor amiga da minha mãe. E elas herdaram a amizade. Nem sabia que isso valia.



Silvana é alguém que eu decidi que era minha irmã e acho que foi uma boa decisão.
Oscar seu marido é uma grande figura também. Não sei qual dos dois deu mais sorte.



Esse é o João, que já deixou de ser amigo pra ser irmão. A gente se conheceu com 12 anos e passamos
boa parte da vida juntos. Aprendemos muitas coisas um com o outro. Muitas coisas mesmo.




Amigos
(por ordem de entrada na vida)



À esquerda, Márcia, à direita sua nora, que não lembro o nome (desculpe...) Conheci a Márcia no Pequenópolis,
com uns 11 ou 12 anos. O orkut nos colocou juntos de novo. Que bom!






Verônica, minha amigona do coração. A gente se conheceu no Equipe em 77. Ela acompanhou bem de perto
minha época de bailarino. No vídeo ela diz algo como "foi tudo culpa sua". Vou explicar isso:
depois do Equipe ela foi fazer biologia na Unicamp. Um ou dois anos depois a gente tava conversando e ela tava
meio mal, meio decepcionada com a faculdade. Ela dizia que o que gostaria era de no futuro estar envolvida
em algum grande projeto científico, mas que não via chances pra isso. Eu que já conhecia bem a Vê, disse pra ela:
"Vê, sabe o que é que você queria de verdade? Era ser aquelas cientistas que ficam enfurnadas no laboratório,
trabalhando num projeto ultra-secreto que foi iniciado pelo seu pai, que os nazistas raptaram.
Você queria ser aquela cientista feia, de óculos e feições fechadas, mas que na hora que tira o óculos e solta o cabelo
vira uma mulher linda, tesudíssima, cheia de fogo contido." Ela abriu um sorriso e disse: "É isso mesmo o que eu quero!"
E eu lhe respondi: "Mas Vê, quem faz isso não é cientista, é atriz!". Uma semana depois ela abandonou a biologia
e foi fazer teatro, profissão que exerce muito bem até hoje... Acho linda essa nossa história.
Verônica foi também minha primeira modelo (algumas fotos nossas aparecem no vídeo) e foi também minha primeira
atriz, num primeiríssimo Super 8 que fiz com ela em 79, 80 e que pode ser conferido em A Perda



À esquerda minha prima estilosa Jô e ao lado dela Valéria, que era amiga da minha prima estilosa Jô no Mackenzie,
onde ambas faziam arquitetura. Minha prima estilosa Jô me chamou pra fazer um trabalho de fotografia pra turma dela.
Chegando lá conheci mais um amigo delas e a Valéria. Uma hora a Valéria saiu de perto e eu comentei:
"gracinha essa sua amiga, hein, prima estilosa Jô?" e o cara que tava do lado disse: "ela é minha namorada"...
Depois de um tempo acho que ela cansou um pouco do cara e a gente começou a namorar.
Depois cada um achou seu rumo. Mas a gente sempre é um pouco satélite um do outro.



Luiz e Mara. O Luiz é um amigo remanescente da minha época de fotógrafo. Começamos mais ou menos
na mesma época na profissão, no começo dos anos 80, depois, cada um por um caminho, chegamos ao cinema.
Na época ele namorava com a Mara e nós temos uma passagem histórica: fomos juntos, eu, Luiz, Mara e Cinthia
que era minha mulher na época no Comício das Diretas, aquele de mais de um milhão de pessoas na Praça da Sé.
Histórico, não?



Mig e Renata. Deve ser o casal que eu conheço que está casado há mais tempo. Eu fotografei o casamento deles,
devo ter dado sorte. Entre várias qualidades Mig, além de grande amigo, fez a trilha do meu filme e da minha peça.
Confidencio aqui uma passagem: uma vez estávamos eu e Monica ouvindo umas músicas do Nino Rota
que ela não conhecia, e ela me perguntou: "quem é Nino Rota?" e eu, sem ficar vermelho respondi: "É o Mig do Fellini..."
Tudo bem, foi pretensioso, mas ela entendeu na hora, que é o que importa.


Aqui tinha que entrar a foto do Jacy, junto com a Cláudia e Carol, mas acontece que eles chegaram
no fim da festa e foram embora rápido demais. Eu marquei e acabei não fotografando você,
meu amigo de fé, meu irmão camarada. Uma pena. Mas fica o registro.



Luca e sua jovem e encantadora esposa, Ciça. Nossa, com o Luca deve ter mais de um milhão de histórias pra contar.
São tantas que não vou contar nenhuma, só vou dizer que ele é meu grande amigo e grande referência na minha vida.
Vou guardar o resto pra dar como depoimento quando ele fizer 50 anos. (chega rápido, viu Lu...)



Vivi e Bubby. Eu e ele temos uma coisa em comum: nós vivíamos num mundo de perdição, com mulheres que
entravam e saiam de nossas vidas, de nossas casas, de nossos quartos e de nossas camas e não deixavam nada.
Elas vinham apenas procurando o próprio prazer, atrás apenas dos nossos corpos. Era um horror.
E nós estávamos perdidos naquela roda vida. Mais ou menos na mesma época, o Bubby deu a sorte de encontrar
a Vivi e eu dei a sorte de encontrar a Monica. E elas nos tiraram daquele inferno! Elas nos livraram daquela situação
vexatória e humilhante em que nos encontrávamos e nos mostraram a beleza e a importância das relações monogâmicas.
Damos graças à Monica! Damos graças à Vivi! São nossas protetoras.



Rosana e Ricardo. na verdade o Ricardo podia estar lá pra trás, porque nos conhecemos no Equipe,
mas nos encontramos de novo no meio do vídeo empresarial, na Videoimagem. O Ricardo, além de um
piadista incorrigível, tem outra grande qualidade: é dos poucos, dos raros atendimentos de produtora que não tinha
medo de me bancar, que não ficava apavorado comigo nas reuniões e sabia ao mesmo tempo cortar minhas asas
e deixar fluir minha criatividade. Bom parceiro de trabalho!






Claudinha é minha amante. Devo dizer que é das piores amantes que eu já tive na vida, porque nunca rolou nada!.
Ela é (ou tenta ser, conforme eu deixo) minha dentista há bem uns 20 anos. Toda vez que eu vou ao consultório
eu digo pra ela: "Oh, Claujinha, hega mais, tira eche ahental e hamo dá ua trehada", mas nunca rola.
Ponho a maior fé naquela cadeira, com aqueles botões do lado, subindo e levantando sozinho, aquilo
já é metade do trabalho feito! Mas não rola... E de uns anos pra cá ela ainda ficou amiga da Monica, aí complica bem mais.
Mas eu não desisto!



Tereza e seu filhão Joaquim. Mas péra, eu falo dela mais a baixo.





Por enquanto esquece o Lui e sua filha Júlia que tão de bico nessa foto. Eu conheci a Claudinha
(a dentista minha amante) a Tereza e o Eduardo (esse à direita) quando eles estavam em cima de mim!
Péra, deixa eu explicar melhor essa frase que ficou esquisita: Quando eu montei minha peça, "Do Lado de Dentro",
eu estava na sala de baixo do TBC e na sala de cima estava essa trupe (com mais um monte de gente) levando
a peça "Sexo, Chocolate e Zambelê". Eles atrapalhavam bastante meu espetáculo, porque às vezes num
momento mais tocante da minha peça eles começavam a pular e dançar lá em cima, parecia que o teto viria a baixo!
Mas super valeu. É um pessoal muito talentoso, que gostaria demais de ver no palco de novo.



Esse é o Lui e a Júlia. Ele foi ator do meu filme Átimo. O Lui descobriu que era homem o ano passado,
quando (crê que) fez sua primeira filha Júlia. Bom, o cara além de ator é gaúcho, portanto passou a vida inteira sem saber
que tinha essa possibilidade de ser homem, não devia nem mais estar contando com isso.
Mas o fato é que eu não o tinha visto desde que virou pai e preciso dizer que o cara está flutuando,
andando a uns 3 ou 4 centímetros do chão, com uma luz brilhante em torno dele. Uma luz cor-de-rosa, claro.
Quer dizer, não adianta, gaúcho mesmo quando é homem, é bicha.



Essa é a Ana, mulher do Lui, com a mesma filha Júlia no colo.
Dava pra eu dizer um monte de coisas, mas acho que não precisa, né, essa imagem das duas diz tudo...



Celso e Carol. Celso é crítico de cinema e é um ótimo crítico, tanto que gostou do meu filme, o que prova que ele
realmente entende do assunto. Eu e ele temos em comum, além do amor pelo cinema, a paixão por
moças menores de idade, como é o caso tanto da Carol quanto da Monica.
Pode ser que um dia a gente vá em cana por causa disso, mas até lá, vamos nos divertir muito!






Rodrigo é um amigo roteirista que merecia uma foto mais bem tirada do que essa. Desculpe.
Rodrigo é alguém que me persegue. Quando eu escrevia na Imagem, ele tava lá. Cheguei na Mixer, pumba,
tá lá ele de novo. E vi no vídeo que ele me persegue na idade também! Sei não...



Celso e Samira. Celso é um cara legal, mas não é muito esperto, se fosse não teria me substituído na presidência da ABD.
Eu já falei pra Samira que ela é bonita e que ela conseguia coisa melhor. O Celso é comunista,
e comunista, além de vários defeitos, normalmente é duro (por isso é comunista...)
Mas sei lá, vai ver ele tem algum predicado a mais que eu não conheço (nem quero conhecer...)



Da esquerda pra direita dando a volta: Fábio, Rodrigo (Castilho), Silvana e Oscar
Rudi, namorado da Paulão, a Paulão, Rodrigo (Astiz), Cintia (mulher do Castilho) e Camila, mulher do Fábio.



Rudi e a Paulão, pesquisadora da Mixer. Vou contar uma história boa: anos atrás escrevia pra um programa
e tinha uma moça que fazia a pesquisa. Na verdade o que ela fazia era procurar no Google tudo o que
tinha com a palavra tema do programa, imprimia e me entregava um calhamaço de folhas.
Bom, isso não era exatamente "fazer pesquisa", era jogar papel fora só. Recentemente fiz o programa Lua de Mel
e a Paulão (junto com a Estelinha) faziam a pesquisa. E delas recebi um monte de páginas também, não tantas,
mas muitas. E pensei "puts, lá vou eu de novo ter que ler um monte de bobagens e jogar 75% fora..."
Eu tô até hoje procurando uma única linha pra cortar, uma única informação que não fosse relevante
pra descartar e ainda não achei... Quem sabe, sabe. Paulão na retaguarda fez toda a diferença no Lua.



Agora, notem que aqui a Paulão estava achando que estava fazendo com as mãos o número "50" pra câmera.
Como se vê, aquele preconceito que se tem contra as loiras é infundado...



Cintia e Rodrigo. O Rodrigo é um roteirista que eu achava que era bom, até que recentemente numa fatídica
reunião ele fez uma série de críticas ao roteiro do longa que eu estou escrevendo, quando então percebi
que havia me enganado com ele. Ele não tá com essa bola, não entende porra nenhuma de roteiro,
na verdade deu sorte nos roteiros do Mothern. Por sorte também os organizadores do Emmy não notaram
que ele é um embuste e o indicaram. Fábio infelizmente por problemas técnicos ficou sem foto, mas o comentário
pra ele seria o mesmo. Fiz questão de recomendar aos garçons que pro Rodrigo e pro Fábio só servissem alface e água.
E já era mais do que eles mereciam...



Cintia e Camila, mulheres do Rodrigo e do Fabio. Como se vê, eu tremi frente à beleza das duas e a foto saiu assim.
A Camila eu já tinha visto uma vez, a Cintia conhecia nesse dia, mas já viramos todos amigos de infância.




O Grande Momento

Só quando eu ganhei o Kikito eu fiquei tão emocionado como nesse dia.


Eu não fazia a menor idéia do que ia acontecer. Quando eu vi a Monica chamando as pessoas, eu pensei "lá vem..."








Quando eu sorrio, eu fico bem charmoso, atraente mesmo. Quando eu choro, eu fico uma gracinha,
faço biquinho e tudo. Agora, quando eu rio e choro ao mesmo tempo, eu fico algo perto do monstruoso.
Mas era o que o momento pedia, choro e riso, tudo ao mesmo tempo.












Ah, minha mulher... você é demais...




Cortando o Bolo


Eu cortando o bolo com golpes Jedai que aprendi num templo Shaolin.









Essa foto dos bolos eu coloquei pra dar inveja em quem não foi.




Grand Finale


Que sorte que eu dei na vida de ter te encontrado, Pequenininha. Quem me conhece sabe que eu sou
ateu-agnóstico-ortodoxo-praticante, tenho zero de espiritualidade. Mas no seu caso não tem outra explicação,
só pode ter sido minha mãe quem colocou você no meu caminho e disse "cuida dele, faz ele feliz".
E, nossa, como você tá cumprindo bem a missão, Monica. Que perfeição!

Agora, eu preciso é começar a ficar mais esperto, porque é impressionante como você consegue fazer
coisas pelas minhas costas sem que eu nem de longe perceba! É um perigo isso!






E ainda por cima, cereja do bolo, no fim da festa ganhei delazinha esse Tip-Top que tava paquerando fazia tempo.
Ai foi demais. Bom, mas eu devo ter feito por merecer...






Isto não é uma foto, isto é um retrato.







Clique aqui pra ver o vídeo fantástico que meus amigos
fizeram em minha homenagem.
Quero agradecer demais a todos vocês meus amigos
e parentes queridos. Foi bárbaro, inesquecível.

Romeu di Sessa